As leishmânias são transmitidas para os humanos a partir da picada de dípteros que se contaminam de outros humanos
infectados, como no caso do calazar indiano; ou a partir de vertebrados não-humanos, como o cão, a raposa e o chacal,
que funcionam como reservatórios do parasita. O inseto transmissor pertence ao gênero Lutzomyia, nas Américas, e
Phlebotomus, no restante do mundo. Durante o repasto sangüíneo a fêmea do flebotomíneo ingere macrófagos
parasitados por leishmânias que, no intestino do mosquito, seguem o ciclo necessário para o seu desenvolvimento.
Posteriormente ocorre a contaminação de seres humanos e animais pela picada do mosquito infectado.
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